Notícias
Vandalismo causa prejuízo de mais de R$ 500 mil por ano em Salvador
Atos de vandalismo contra equipamentos públicos geram um prejuízo superior a R$ 500 mil por ano para a Prefeitura de Salvador. O dinheiro é gasto principalmente com reparos e reposição de estruturas danificadas ou furtadas em espaços públicos da cidade.
Onde acontecem mais casos
Os problemas ocorrem principalmente em:
-
Praças
-
Passarelas
-
Áreas de lazer
Entre os danos mais comuns estão:
-
quebra de brinquedos infantis
-
furto de peças e cabos de energia
-
danos em luminárias
-
destruição de pisos e coberturas.
Exemplo recente
Um caso citado aconteceu no Largo do Papagaio, onde um balanço adaptado para pessoas com deficiência foi danificado poucos dias após a inauguração por uso inadequado.
Impacto para a cidade
Segundo a Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal), o dinheiro usado nos reparos poderia ser investido na construção de novas praças ou equipamentos públicos.
A prefeitura também reforça que a população precisa ajudar a preservar os espaços públicos, pois o vandalismo acaba prejudicando toda a cidade.
-
Polícia01/04/2026Polícia Civil realiza operação contra grupo especializado em furtos a joalherias na Bahia
-
Política01/04/2026Vitor Bonfim nega ‘fritura’ de Geraldo Jr. e diz que manutenção de vice é ‘processo natural’; emedebista deve ser confirmado por Lula
-
Polícia01/04/2026PF deflagra operação contra tráfico interestadual após apreensão de 3 toneladas de maconha na Bahia
-
Polícia01/04/2026Deputado Marcinho Oliveira é alvo de operação da PF por suspeita de desvio de verbas na Bahia
-
Esportes01/04/2026Cruzeiro x Vitória: onde assistir, escalações e arbitragem do duelo pelo Brasileirão
-
Esportes01/04/2026Bahia x Athletico-PR: onde assistir, escalações e arbitragem do duelo na Fonte Nova
-
Política01/04/2026Operação da PF mira Marcinho Oliveira e ex-prefeito de Serrinha por suposto esquema de locação de veículos
-
Política02/04/2026ACM Neto critica endividamento da Bahia, cobra explicações sobre empréstimos e chama condução da ponte de ‘vergonha’

